sábado, 23 de outubro de 2010

A Flor Perdida

A FLOR PERDIDA”
         Soneto
                                        

   Audálio A. Tavares



                                     Como uma flor perdida no deserto,
Te encontrei assim tão desprotegida;
Exposta aos inimigos e fadiga,
Do teu frescor sugava o desonesto.

Minha sombra do calor te refrescou,
Dos raios que da maldade lançavam;
Em teu repouso alcancei o que buscava,
E acabei sem saber... te dando amor.

Do perfume guardei doce fragrância,
Do teu amor eu degustei doce sabor;
Nos momentos de prazer que me refiz.

Renasceu dentre mim uma esperança,
E dessa ilusão tornei-me um sonhador,
Que almeja eternamente ser feliz.

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