A FLOR PERDIDA”
Soneto
Audálio A. Tavares
Como uma flor perdida no deserto,
Te encontrei assim tão desprotegida;
Exposta aos inimigos e fadiga,
Do teu frescor sugava o desonesto.
Minha sombra do calor te refrescou,
Dos raios que da maldade lançavam;
Em teu repouso alcancei o que buscava,
E acabei sem saber... te dando amor.
Do perfume guardei doce fragrância,
Do teu amor eu degustei doce sabor;
Nos momentos de prazer que me refiz.
Renasceu dentre mim uma esperança,
E dessa ilusão tornei-me um sonhador,
Que almeja eternamente ser feliz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário